
Que seu amigo contribua.
Mas ele não sabe me fuder
Como você sabe
Ele não me conhece
Os segredos e detalhes
Ele apenas me usa
Mas você sim
Você me conhece
Você me possui
Então me invada
Que eu sou toda tua
Eu já te esperava. CInta-liga e Fio Dental. Do jeito que você queria. Para nossa noite especial. 1 ano juntos. Mas você chegou atrasado. Com seu amigo no banco que deveria ser meu. Estranhei mas nada comentei. Não fomos ao restaurante planejado, mas a um mais escuro, quase num breu. Não entendia bem a presença do seu amigo Era a noite que planejamos para nós dois.
Logo senti a mão dele em minha coxas. Fiquei sem graça. Me revirei na cadeira. Quando perguntou se havia algo errado respondi que não. Afastei a perna, mas ele se aproximou ainda mais. Você entretido com o menu. Ele entretido com meu corpo. Vermelha e sem graça. Me aproximei dele e pedi que parasse. Ele aproveitou, fez cena de amigo, me abraçou os ombros e agarrou-me a flor. Minha florzinha, que só você conhecia. Agora recebia um intruso, desconhecido. Mas ela não se icomodou, até gostou. Ficou úmida e relaxada.
Tentei me desvencilhar, mas ele continuava abraçado. E conversava. E me acariciava. Eu já estava rubra de vergonha e tesão quando você perguntou.
- Está bom?
Não sabia o que fazer, seu amigo acelerou, seus olhos no fundo dos meus, o ar que me faltava, a pele que se esquentava. Não deu. Gozei. E quase doeu. Nunca fui silenciosa. Não fui agora. Mas seu amigo me surpreendou. Beijou-me a boca ocultando os gemidos. Você falou alto escondendo os ruídos.
- Essa não é a nossa noite, pequena. É a sua noite. Seu presente tem os dedos dentro de você. Como você me contou, meses atrás, se lembra? Como você sonhava...
Eu tentei lembrar. Juro. Mas na hora não deu. Só depois. Quando nosso amigo foi embora que me recordei. 6 meses atras. Na fazenda do meu pai. Sob o luar. Brincamos de contar fantasias. Mas eu só tive coragem de contar uma. Essa.
Você então me olhou. Nosso amigo me aninhou. E você me perguntou:
- Quer parar aqui, ou vamos os 3 para nossa casa?
Gelei. Tremi. Paralisei. Não sei o que me deu. Mas quando notei, dos meus lábios saíram um sim longo, baixo, profundo. Mais sussurro que resposta.
Bastou. Ele pediu a conta. Pagamos. Saimos. Voltamos no carro, eu e ele atrás. Não sabia onde colocar as mãos. Mas ele sabia, e como sabia. Você apenas olhava. Dizia ser o espectador da noite.
Ele competia com você no talento com as maos. Acredito que você lhe disse detalhes de como eu gostava. Descreveu meus segredos. Ensinou ele. Pois ele me levava Às alturas, e não chegávamos em casa. Você queria que eu gozasse na rua. Me segurei. Mas ele foi melhor que eu.
Você sabe. Em casa eu estaria livre. Era sua menina, sua pequena. Em casa eu agiria. E quando chegamos você me carregou no colo. Como na primeira vez que entramos no nosso cantinho. No nosso ninho.
Me deitou na cama, me despiu entre beijos, mordidas e lambidas. Agora ele era espectador. Eu o devorei. Lambi-o como gosto de fazer. Sem pressa. Com calma. Provando bem cada sabor, cada tremor, cada etapa. Meu prazer é ainda maior ao olhá-lo nos olhos e me deparar com seus olhos negros, admirando a arte que eu faço tão bem. Mas você o convidou. Eu o acolhi da melhor maneira. Mas nunca havia dedicado atenção a dois lindos membros. Ele é maior que você... Mas você é mais saboroso... Não foi agora que recebi meu prêmio. Ele me levou para a cama e se deitou. Você me abraço por trás e pediu que eu o cavalgasse, de costas para você. Você queria ver cada detalhe. Queria vislumbrálo entrando em meu corpo. Ser o segundo homem que conhecia minha intimidade. Você queria ver. EU fiz como você queria, lentamente. Cavalguei-o para você e por mim.
Então você se aproximou, tocou me o botão. Eu queria, mas fazer a primeira vez assim? Com ele dentro de mim?
- Sim. Eu não vou entrar em você por nenhum outro buraquinho. Eu não vou gozar se não for no seu cuzinho pequena. - Foi sua resposta.
Eu fiquei dividida. Você estava me dando tanto prazer. Não podia negar-lhe essa fantasia. E pedi que fosse com carinho.
O primeiro dedo foi maravilhoso, sempre é. O segundo não foi ruim, e nosso amigo dentro de mim facilitava muito. O terceiro foi icomodo, mas logo foi prazeiroso.
- Agora eu vou entrar nesse buraquinho, desbravar essa caverna pequena...
E seu amigo me abraçou, firme, me segurou com toda força. E você começou, devagar mas constante, não parou um instante. Eu chorei. O início é doloroso, sentia-o rasgando-me as entranhas. Queimou, ardeu. Mas não pedi que parasse e você foi até o final. Me abraçou, ficou quietinho dentro de mim.
- Obrigado pelo presente pequena.
E saiu inteiro de dentro de meu corpo. Achei que você não continuaria devido meu sofrimento. Mas você logo desfez essa impressão. Voltou a invadir meu cuzinho devagar e constante. Chorei novamente. Tentei que nosso amigo me soltasse. Mas ele estava firme em auxiliá-lo nessa sodomia. E você continuou. Sem descanso. Acariciando minhas nádegas. Abraçando meu corpo. Logo seu pênis entrava e saia sem enfrentar resistência. Eu meu corpo foi se aquecendo. Quando percebi já não chorava. Mantinha o rosto escondido no pescoço de nosso amigo. Acompanhava o ritmo do seu corpo. Ele me soltou, e me apoiei sobre seu peito. Me ergui para que você me abraçasse. Queria suas mãos em meus seios. Seua boca em minha nuca. Seu amigo abocanhou meus seios também. Eles são sensíveis como você bem sabe.
E foi bom. Foi muito bom. Paramos ali naquela noite. Tomamos banhos juntos e ele foi embora. E você me abraçou. Me perguntou se eu tinha gostado.
- Quando vamos repetir Grandão?
E rimos.
E dormimos.
Logo senti a mão dele em minha coxas. Fiquei sem graça. Me revirei na cadeira. Quando perguntou se havia algo errado respondi que não. Afastei a perna, mas ele se aproximou ainda mais. Você entretido com o menu. Ele entretido com meu corpo. Vermelha e sem graça. Me aproximei dele e pedi que parasse. Ele aproveitou, fez cena de amigo, me abraçou os ombros e agarrou-me a flor. Minha florzinha, que só você conhecia. Agora recebia um intruso, desconhecido. Mas ela não se icomodou, até gostou. Ficou úmida e relaxada.
Tentei me desvencilhar, mas ele continuava abraçado. E conversava. E me acariciava. Eu já estava rubra de vergonha e tesão quando você perguntou.
- Está bom?
Não sabia o que fazer, seu amigo acelerou, seus olhos no fundo dos meus, o ar que me faltava, a pele que se esquentava. Não deu. Gozei. E quase doeu. Nunca fui silenciosa. Não fui agora. Mas seu amigo me surpreendou. Beijou-me a boca ocultando os gemidos. Você falou alto escondendo os ruídos.
- Essa não é a nossa noite, pequena. É a sua noite. Seu presente tem os dedos dentro de você. Como você me contou, meses atrás, se lembra? Como você sonhava...
Eu tentei lembrar. Juro. Mas na hora não deu. Só depois. Quando nosso amigo foi embora que me recordei. 6 meses atras. Na fazenda do meu pai. Sob o luar. Brincamos de contar fantasias. Mas eu só tive coragem de contar uma. Essa.
Você então me olhou. Nosso amigo me aninhou. E você me perguntou:
- Quer parar aqui, ou vamos os 3 para nossa casa?
Gelei. Tremi. Paralisei. Não sei o que me deu. Mas quando notei, dos meus lábios saíram um sim longo, baixo, profundo. Mais sussurro que resposta.
Bastou. Ele pediu a conta. Pagamos. Saimos. Voltamos no carro, eu e ele atrás. Não sabia onde colocar as mãos. Mas ele sabia, e como sabia. Você apenas olhava. Dizia ser o espectador da noite.
Ele competia com você no talento com as maos. Acredito que você lhe disse detalhes de como eu gostava. Descreveu meus segredos. Ensinou ele. Pois ele me levava Às alturas, e não chegávamos em casa. Você queria que eu gozasse na rua. Me segurei. Mas ele foi melhor que eu.
Você sabe. Em casa eu estaria livre. Era sua menina, sua pequena. Em casa eu agiria. E quando chegamos você me carregou no colo. Como na primeira vez que entramos no nosso cantinho. No nosso ninho.
Me deitou na cama, me despiu entre beijos, mordidas e lambidas. Agora ele era espectador. Eu o devorei. Lambi-o como gosto de fazer. Sem pressa. Com calma. Provando bem cada sabor, cada tremor, cada etapa. Meu prazer é ainda maior ao olhá-lo nos olhos e me deparar com seus olhos negros, admirando a arte que eu faço tão bem. Mas você o convidou. Eu o acolhi da melhor maneira. Mas nunca havia dedicado atenção a dois lindos membros. Ele é maior que você... Mas você é mais saboroso... Não foi agora que recebi meu prêmio. Ele me levou para a cama e se deitou. Você me abraço por trás e pediu que eu o cavalgasse, de costas para você. Você queria ver cada detalhe. Queria vislumbrálo entrando em meu corpo. Ser o segundo homem que conhecia minha intimidade. Você queria ver. EU fiz como você queria, lentamente. Cavalguei-o para você e por mim.
Então você se aproximou, tocou me o botão. Eu queria, mas fazer a primeira vez assim? Com ele dentro de mim?
- Sim. Eu não vou entrar em você por nenhum outro buraquinho. Eu não vou gozar se não for no seu cuzinho pequena. - Foi sua resposta.
Eu fiquei dividida. Você estava me dando tanto prazer. Não podia negar-lhe essa fantasia. E pedi que fosse com carinho.
O primeiro dedo foi maravilhoso, sempre é. O segundo não foi ruim, e nosso amigo dentro de mim facilitava muito. O terceiro foi icomodo, mas logo foi prazeiroso.
- Agora eu vou entrar nesse buraquinho, desbravar essa caverna pequena...
E seu amigo me abraçou, firme, me segurou com toda força. E você começou, devagar mas constante, não parou um instante. Eu chorei. O início é doloroso, sentia-o rasgando-me as entranhas. Queimou, ardeu. Mas não pedi que parasse e você foi até o final. Me abraçou, ficou quietinho dentro de mim.
- Obrigado pelo presente pequena.
E saiu inteiro de dentro de meu corpo. Achei que você não continuaria devido meu sofrimento. Mas você logo desfez essa impressão. Voltou a invadir meu cuzinho devagar e constante. Chorei novamente. Tentei que nosso amigo me soltasse. Mas ele estava firme em auxiliá-lo nessa sodomia. E você continuou. Sem descanso. Acariciando minhas nádegas. Abraçando meu corpo. Logo seu pênis entrava e saia sem enfrentar resistência. Eu meu corpo foi se aquecendo. Quando percebi já não chorava. Mantinha o rosto escondido no pescoço de nosso amigo. Acompanhava o ritmo do seu corpo. Ele me soltou, e me apoiei sobre seu peito. Me ergui para que você me abraçasse. Queria suas mãos em meus seios. Seua boca em minha nuca. Seu amigo abocanhou meus seios também. Eles são sensíveis como você bem sabe.
E foi bom. Foi muito bom. Paramos ali naquela noite. Tomamos banhos juntos e ele foi embora. E você me abraçou. Me perguntou se eu tinha gostado.
- Quando vamos repetir Grandão?
E rimos.
E dormimos.
Um comentário:
Gostosamente belo e excitante.
Gostei muito!!!!
Bjs em vc
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